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Entre os três anos que separam os discos "Pra ser amor" e o recém-lançado "Tudo novo", Belo diz que emagreceu 17 quilos, parou de fumar, retomou parcerias e mudou o penteado. O cantor conta que tentou durante 15 anos deixar de ser "aquele loirinho do pagode". "De quinze em quinze dias, tinha que pintar cabelo. Às vezes fazia show desanimado, com cabelo preto e amarelo. O dread foi ótimo para mim. Os caras vão ao show por causa do meu cabelo e acham maneiríssimo", comemora.No novo CD, Belo continua a cantar o pagode romântico que o fez se destacar no Soweto, banda da qual foi vocalista entre 1993 e 1999. Em entrevista por telefone ao G1, conta que uma volta do grupo é possível, assim como uma carreira gospel, já pavimentada por meio de duetos como os que gravou com Padre Marcelo. Mas, ao menos por enquanto, Belo ainda é um pagodeiro em carreira solo. Parece ciente de sua importância para o gênero no Brasil, como mostra nas declarações abaixo. "Eu me sinto lisonjeado em fazer parte da nata da música popular. Eu tracei minha carreira para que a minha forma de interpretar seja uma só", resume, ao ser perguntado sobre seu timbre característico.
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